Independentemente dos protocolos do Ministério da Saúde e da Agência Nacional da Saúde (Anvisa), utilizar as pulseiras hospitalares é uma solução que mantém a integridade e a segurança dos pacientes. Com elas, garante-se que todas as rotinas e procedimentos realizados estejam associados a uma identificação, permitindo um atendimento de qualidade, fundamental para restabelecer a saúde dos cidadãos.

A implementação de um modelo de identificação por pulseiras hospitalares contribui para a melhoria contínua do atendimento prestado aos pacientes, gerando uma cultura educativa aos funcionários, a fim de alcançar a excelência do serviço público de saúde prestado. Para entender melhor a importância desse instrumento dentro das unidades de saúde, siga com a gente!

Como devem ser as pulseiras hospitalares

Quando falamos em pulseiras hospitalares, estamos nos referindo a um tipo específico de identificação, que deve seguir o que foi estabelecido pelos órgãos reguladores. Isso significa que não adianta um hospital querer fazer a própria pulseirinha, com qualquer material. Ela precisa estar dentro dos padrões exigidos para resistir aos procedimentos médicos. Entre os parâmetros, podemos destacar:

  • Ser feita de material impermeável: além de ser à prova d’água, esse tipo de material não permite o acúmulo de qualquer tipo de resíduo, evitando infecções e outros problemas relacionados à higiene. Também é importante que seja antibacteriano e maleável, para não causar incômodo ao paciente, especialmente em peles mais sensíveis, como de idosos e bebês.
  • Permitir a legibilidade das informações: para garantir que nenhum dado se perca, o mais indicado é fazer a impressão térmica, pois ela aguenta grande incidência de água, calor ou atrito sem se danificar.
  • Ter um tamanho adaptável ao perfil do paciente: é preciso disponibilizar pulseiras para recém-nascidos, crianças e adultos, levando em consideração, inclusive, a variação de peso e altura.
  • Ser resistente à lavagem e itens de higiene: cumprindo as exigências do material e da impressão, possivelmente esta aqui também estará contemplada. Na dúvida, consulte o fornecedor, principalmente em relação aos produtos de higiene, como álcool, água oxigenada e iodo.

Seguir esses requisitos citados reduz bastante os riscos ao paciente. Pense com a gente: quando um bebê recebe sua pulseirinha logo ao nascer, as chances de ocorrer uma troca é praticamente nula. Parece exagero dar esse exemplo, mas esse era um problema que ocorria antigamente com mais frequência do que imaginamos.

Usar uma identificação que não vai perder as informações também assegura que os medicamentos certos serão aplicados, que os exames corretos vão ser feitos, que ninguém passará por um procedimento sem necessidade e daí por diante.

Por que as pulseiras hospitalares são essenciais para os hospitais públicos?

Não ter uma identificação correta pode gerar muitos fatores de risco tanto para o hospital quanto para o paciente. Podem surgir vários problemas, desde os de ordem gerencial, como permitir a entrada de acompanhantes em locais restritos ao tratamento de doentes, até mais graves, como a morte de alguém pela aplicação de um medicamento errado.

Por isso, usar as pulseiras hospitalares é fundamental! Confira mais motivos para adotar essa forma de identificação no seu hospital público:

1 – Facilidade na classificação das ocorrências

As pulseiras hospitalares permitem que os pacientes sejam atendidos conforme as regras de urgência estabelecidas pelo hospital, que geralmente seguem o protocolo de Manchester. Essa classificação divide os atendimentos por cores conforme a gravidade, assim:

  • Vermelho = Emergência – Existe risco imediato à vida do paciente e ele precisa ser atendido imediatamente.
  • Laranja = Muito urgente – Existe risco à vida do paciente e ele precisa ser atendido o quanto antes, em até 10 minutos.
  • Amarelo = Urgente – Não é considerado uma emergência, mas o paciente precisa passar logo por uma avaliação, em até 60 minutos.
  • Verde = Pouco urgente – É considerado um caso menos grave, o paciente pode aguardar atendimento ou ser encaminhado para outro serviço de saúde, em até 120 minutos.
  • Azul = Não urgente – É o caso mais simples, o paciente pode aguardar por atendimento ou ser encaminhado para outro serviço de saúde. Não há tempo limite, pois não existe risco à vida.

Com as pulseiras recebendo a classificação correta, os pacientes de alto risco não precisam esperar longos períodos por atendimento, por exemplo, o que melhora as taxas de sucesso dos tratamentos, pois eles começam antes, e aumenta a assertividade na realização dos procedimentos.

2 – Agilidade no atendimento médico

Por conter todos os dados do paciente, as pulseiras hospitalares orientam melhor toda a equipe sobre os procedimentos necessários. Isso não quer dizer que está tudo descrito na própria pulseira, mas que ela contém um código, que pode ser de barras, um número ou mesmo um QR Code, que ao ser acessado no sistema do hospital, vai garantir que o tratamento correto seja ministrado para a pessoa certa.

Esse modelo também agiliza o atendimento, pois basta consultar a informação desejada sobre o paciente para tomar decisões, como a liberação de visitas, a necessidade de isolamento, o período de internação, a data para a alta médica, entre outros.

Nos hospitais públicos, o uso das pulseiras e o registro automático das informações se torna ainda mais importante para o acompanhamento da saúde da população em geral, pois ajuda a gerar um histórico médico. Dessa forma, se houver uma recorrência na procura pela emergência por dores no estômago, é possível indicar a busca por um especialista para acompanhar o problema mais de perto e fazer um tratamento mais efetivo, por exemplo.

3 – Melhora no controle gerencial

Por meio das informações das pulseiras hospitalares, os gestores dos hospitais públicos podem contabilizar a quantidade de pacientes que estão sendo atendidos e fazer um controle de estoque mais efetivo. Isso permite realizar uma administração mais econômica, pois é possível condicionar a compra de medicamentos e insumos usados no dia a dia da unidade conforme o número de atendimentos. As pulseiras também ajudam a monitorar o fluxo de pessoas nas dependências das unidades.

Todo esse controle é fundamental para o aumento da efetividade nas decisões gerenciais e para uma aplicação eficiente de estratégias que aprimorem o uso dos recursos disponíveis a fim de melhorar o atendimento em hospitais públicos.

4 – Auxílio na sistematização dos processos

Isso é resultado da possibilidade de associar o histórico de atendimento do paciente ao código que ele carrega em sua pulseira hospitalar. Assim, facilita o acompanhamento dos profissionais à distância, especialmente os médicos. A telemedicina, como vivemos de perto em 2020 devido à pandemia do coronavírus, é uma tendência que seguirá como forma de diagnosticar e tratar pacientes.

Conte com um fornecedor especializado no assunto

Para garantir que as pulseiras hospitalares cumpram todos os requisitos impostos pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa e que o serviço público de saúde ofereça um atendimento eficiente e de qualidade, o ideal é entregar o trabalho de impressão, manutenção das impressoras e reposição dos insumos a um fornecedor especializado no assunto. Dessa forma, os gestores da saúde podem focar no bem-estar do cidadão, deixando qualquer outra preocupação de lado.

Uma das melhores formas de fazer isso é por meio da contratação de um outsourcing de impressão, que faz desde o levantamento das necessidades quantitativas das unidades de saúde até a manutenção dos equipamentos e monitoramento do estoque de insumos. Mas fique atento, um bom fornecedor deve seguir os protocolos de segurança e fornecer pulseiras hospitalares de qualidade, confortáveis, antialérgicas, impermeáveis e resistentes.

Para garantir tudo o que falamos até aqui, conte com a Almaq! O nosso serviço de outsourcing de impressão térmica concentra todos os processos em uma única operação. Entre em contato com a gente e conheça melhor a nossa solução para as pulseiras hospitalares!